
BIOGRAFIA
Bem vindos a página que conta um pouco sobre toda biografia da Bey de uma forma resumida. Até porque precisaríamos de fazer um livro para contar toda história da nossa Queen B.

Beyoncé Giselle Knowles Carter
Data de Nascimento:
04 de setembro de 1981
Idade (2025):
44 anos
Naturalidade:
Houston, Texas, EUA
Pais:
Tina Knowles e Mathew Knowles
Filhos
3 - Blue Ivy, Rumi e Sir
Sobre
Beyoncé é muito mais do que uma cantora: ela é um fenômeno cultural. Conhecida mundialmente como “Queen Bey”, Beyoncé construiu uma carreira marcada por talento, inovação, impacto social e performances históricas que a colocaram como uma das maiores artistas de todos os tempos.
Cantora, compositora, atriz, dançarina, produtora, empresária e ícone da cultura pop, Beyoncé é reconhecida por sua voz poderosa, presença de palco incomparável e por transformar cada projeto em uma verdadeira experiência artística. Ao longo dos anos, suas contribuições para a música e o audiovisual a consolidaram como uma das figuras culturais mais importantes do século XXI.
Seu reconhecimento é refletido em números e títulos impressionantes: ela foi eleita a oitava maior cantora de todos os tempos pela Rolling Stone, que também a nomeou “a maior artista viva” em 2023. Já a Billboard a coroou como “a maior popstar do século XXI” em 2024.
Início da vida, juventude e família 💖
Beyoncé Giselle Knowles nasceu em Houston, Texas, em uma família que sempre valorizou a arte, a criatividade e a expressão. Filha de Mathew Knowles, executivo musical e empresário, e de Tina Knowles, empresária, designer de moda e filantropa, Beyoncé cresceu em um ambiente que mais tarde se mostraria fundamental para sua trajetória artística. Seu pai é afro-americano, enquanto sua mãe é descendente de crioulos da Louisiana. O nome “Beyoncé” vem justamente do sobrenome de solteira de Tina, uma forma carinhosa de homenagem familiar. Ela também é irmã de Solange Knowles, que seguiu seus próprios passos na música e na atuação.
Desde muito cedo, Beyoncé demonstrou talento e disciplina. Ela estudou na St. Mary’s Elementary School, onde começou a fazer aulas de dança, incluindo balé e jazz. Foi ali que um de seus professores percebeu algo especial: além da dança, Beyoncé tinha uma voz poderosa e um senso artístico fora do comum. Aos sete anos, ela participou de seu primeiro concurso de talentos — e venceu — interpretando “Imagine”, de John Lennon. A partir desse momento, seu nome começou a circular na cena artística local, chegando a ser citado pelo jornal Houston Chronicle como uma jovem promessa para o prêmio de artes The Sammy.
Em 1990, Beyoncé ingressou na Parker Elementary School, uma escola voltada para música, onde cantava regularmente no coral. Mais tarde, estudou na High School for the Performing and Visual Arts e, posteriormente, na Alief Elsik High School, ambas em Houston. Paralelamente, ela também foi solista no coro da igreja St. John’s United Methodist Church, onde desenvolveu ainda mais sua técnica vocal e presença de palco.
Foi por volta dos nove anos de idade que Beyoncé conheceu LaTavia Roberson, durante uma audição para um grupo feminino. Dessa união nasceu o Girl’s Tyme, grupo formado inicialmente por sete garotas, entre elas Kelly Rowland, LeToya Luckett e LaTavia, que mais tarde se tornariam parte essencial da história do Destiny’s Child. O grupo chamou a atenção do produtor de R&B Arne Frager, que as convidou para gravar no renomado The Plant Recording Studios, no norte da Califórnia.
O Girl’s Tyme chegou a se apresentar no programa Star Search, um dos mais respeitados shows de talentos da televisão americana. Apesar da grande expectativa, a apresentação não teve o resultado esperado e acabou se tornando o primeiro grande fracasso da carreira de Beyoncé. Ainda assim, a experiência serviu como aprendizado e combustível para seguir em frente.
Determinados a transformar o sonho em realidade, Mathew Knowles deixou seu emprego em 1995 para gerenciar a carreira do grupo. A decisão teve impactos financeiros significativos, levando a família a enfrentar dificuldades e até a viver em casas separadas por um período. Nesse mesmo ano, o Girl’s Tyme chegou ao fim, mas logo renasceria sob um novo nome: Destiny’s Child. O grupo chegou a assinar com a Elektra Records, mas deixou a gravadora antes do lançamento do álbum de estreia. Em 1996, finalmente assinaram com a Columbia Records e, no ano seguinte, lançaram o single “No, No, No”, que alcançou o Top 3 da Billboard Hot 100, marcando o início da ascensão mundial de Beyoncé.
Beyoncé também nunca escondeu os desafios enfrentados ao longo da vida. Em entrevistas, falou abertamente sobre a depressão que enfrentou no início dos anos 2000, causada por conflitos internos no Destiny’s Child, pressão da mídia e o fim de um relacionamento longo. Com apoio da família, especialmente da mãe, ela conseguiu superar esse período difícil e transformar dor em arte.
Anos depois, também em uma entrevista, à revista Instinct, Beyoncé falou abertamente sobre a influência profunda de seu tio homossexual, que teve um papel fundamental em sua criação. Ela destacou que sua educação religiosa nunca interferiu na forma como enxerga e respeita pessoas LGBTQIA+. Com muita emoção, ela relembrou o carinho, o cuidado e o amor que recebeu dele, afirmando que jamais misturou suas crenças religiosas com o afeto que sentia.
“Fui criada pelo meu tio, que faleceu há cerca de dois anos em decorrência da AIDS. Ele era o melhor amigo da minha mãe, me levava para a escola todos os dias, me ajudou a escolher meu vestido de baile e confeccionava minhas roupas junto com minha mãe, quase como uma babá. Ele era a pessoa mais importante da minha vida. Eu nunca misturei o cristianismo com o amor que sentia por ele.”
— Beyoncé, em entrevista à revista Instinct de 2009.
Esse olhar humano, empático e inclusivo acompanharia Beyoncé por toda a sua carreira, tornando-se uma das marcas mais fortes de sua identidade artística e pessoal.
Agora na parte do romance, que levou ao casamento da cantora com o rapper Jay-Z, tudo começou a ganhar forma após a colaboração em “’03 Bonnie & Clyde”, faixa presente no álbum The Blueprint²: The Gift & the Curse (2002). Beyoncé apareceu como o par romântico de Jay-Z no videoclipe da música, o que foi suficiente para incendiar rumores sobre um possível relacionamento — rumores que logo se provariam verdadeiros.
Conhecidos por manter a vida pessoal longe dos holofotes, os dois surpreenderam o mundo ao se casarem em 4 de abril de 2008, em uma cerimônia íntima e sem divulgação. Juntos, Beyoncé e Jay-Z se tornaram um dos casais mais poderosos da indústria musical, somando, até abril de 2014, mais de 300 milhões de álbuns e singles vendidos. Apesar da discrição, nos últimos anos eles passaram a compartilhar mais momentos de sua trajetória com o público.
Por volta de 2010 ou 2011, Beyoncé enfrentou um aborto espontâneo — experiência que ela descreveu como “a coisa mais triste” que já viveu. A música se tornou um refúgio e uma forma de cura durante esse período delicado. Pouco tempo depois, em abril de 2011, o casal viajou para Paris para trabalhar no álbum 4 — e foi lá que, inesperadamente, descobriram que estavam grávidos.
Em agosto de 2011 veio o anuncio oficial da mais nova Carter com Beyoncé fazendo história no MTV Video Music Awards. O anuncio da sua gravidez de forma icônica após cantar “Love on Top”. O momento parou a internet, quebrou recordes no Twitter e se tornou uma das transmissões mais assistidas da história da MTV. Em 7 de janeiro de 2012, nasceu Blue Ivy Carter, no Hospital Lenox Hill, em Nova York — uma verdadeira estrela desde o berço.
Em 1º de fevereiro de 2017, Beyoncé voltou a dominar as redes sociais ao anunciar, no Instagram, que estava esperando gêmeos. A publicação quebrou o recorde de foto mais curtida da plataforma na época. No dia 13 de julho de 2017, ela compartilhou a primeira imagem com os bebês, confirmando que Rumi e Sir Carter haviam nascido em 13 de junho de 2017, no Ronald Reagan UCLA Medical Center, na Califórnia. Rumi nasceu primeiro, seguida por Sir.
Fé e espiritualidade 🙏🏽✨
eyoncé sempre manteve uma relação muito próxima com a fé. Criada em Houston, no Texas, dentro do cristianismo protestante metodista, a espiritualidade sempre fez parte da sua formação pessoal e artística. Não à toa, ela costuma se chamar de “Garota da Igreja”, expressão que aparece de forma marcante na faixa “Church Girl”, do álbum Renaissance (2022).
Na música, Beyoncé faz uma reflexão poderosa sobre a liberdade do corpo, da dança e da expressão, conectando essas vivências com sua fé enquanto mulher negra que cresceu frequentando a igreja. Para ela, espiritualidade e liberdade não se anulam — elas caminham juntas.
Ao longo da carreira, referências ao cristianismo aparecem de forma constante em suas letras, performances e álbuns. Ao mesmo tempo, Beyoncé também amplia esse diálogo espiritual ao incorporar elementos das religiões de matriz africana, exaltando suas origens, ancestralidade e identidade cultural. Esse encontro entre fé, ancestralidade e futuro é especialmente visível em trabalhos como Lemonade (2017), onde ela também explora o afrofuturismo como linguagem estética, política e espiritual.
Carreira e estrelato
Como já mencionado anteriormente, aos 9 anos, Beyoncé participou de uma audição para um grupo feminino, onde conheceu LaTavia Roberson. Pouco tempo depois, formou-se o grupo Girl’s Tyme, que contava com várias integrantes, incluindo Kelly Rowland e LeToya Luckett. O grupo chegou a participar do programa Star Search, mas foi eliminado — um dos primeiros desafios da carreira da artista.
Mesmo com os obstáculos, o grupo chamou a atenção do produtor Arne Frager, que as levou para gravar na Califórnia. Em 1995, o pai de Beyoncé deixou seu emprego para gerenciar o grupo, decisão que trouxe dificuldades financeiras para a família, mas também abriu caminho para o sucesso.
Em 1996, o grupo Girl’s Tyme passou a se chamar Destiny’s Child, nome inspirado em uma passagem do Livro de Isaías. Depois de alguns anos se apresentando em eventos locais e abrindo shows de outros artistas, o grupo assinou contrato com a Columbia Records em 1997.
O primeiro trabalho oficial pela gravadora foi a música “Killing Time”, parte da trilha sonora do filme Men in Black. Em 1998, o Destiny’s Child lançou seu álbum de estreia autointitulado, que teve boa recepção comercial e ultrapassou 1 milhão de cópias vendidas nos Estados Unidos, além de render três prêmios Soul Train Lady of Soul Awards.
O sucesso se consolidou com o segundo álbum, The Writing’s on the Wall (1999), que trouxe os hits “Bills, Bills, Bills” e “Say My Name”, ambos em primeiro lugar na Billboard Hot 100. A música “Say My Name” venceu dois prêmios Grammy em 2001, marcando definitivamente o grupo na história do R&B e do pop.
Em 2000, mudanças internas geraram controvérsias: LaTavia Roberson e LeToya Luckett deixaram o grupo, o que resultou em disputas judiciais posteriormente resolvidas fora dos tribunais. Michelle Williams e Farrah Franklin foram apresentadas como novas integrantes, mas Farrah deixou o grupo poucos meses depois. A formação final ficou composta por Beyoncé, Kelly Rowland e Michelle Williams.
Com essa formação, o Destiny’s Child atingiu um novo pico de sucesso. A música “Independent Women Part I”, trilha sonora de As Panteras, ficou 11 semanas consecutivas em primeiro lugar na Billboard. O álbum Survivor (2001) estreou no topo da Billboard 200, vendeu mais de 10 milhões de cópias no mundo e trouxe outro hit número um, “Bootylicious”.
Após lançamentos adicionais, incluindo álbuns natalinos, remixes e prêmios importantes, o grupo entrou em pausa para projetos individuais. O retorno aconteceu com Destiny Fulfilled (2004), seguido por uma turnê mundial. Durante um show em Barcelona, em 2005, o grupo anunciou oficialmente sua separação. Em 2006, o Destiny’s Child recebeu uma estrela na Calçada da Fama, encerrando sua trajetória como um dos grupos femininos mais bem-sucedidos de todos os tempos.
Mas durante a troca de integrantes do grupo e pausa, Beyoncé começou a lançar a sua carreira solo.
Sendo mais exato, a Bey iniciou oficialmente sua carreira solo no início dos anos 2000. Em 2003, ela lançou seu álbum de estreia Dangerously in Love, que estreou em primeiro lugar na Billboard 200 e foi um fenômeno global.
O álbum trouxe dois singles número um: “Crazy in Love” (com Jay-Z) e “Baby Boy” (com Sean Paul). O sucesso foi tão grande que Beyoncé venceu cinco Grammy Awards em 2004, tornando-se uma das poucas artistas da história a alcançar esse feito em uma única edição da premiação.
Esse álbum consolidou Beyoncé como artista solo de nível mundial, abrindo caminho para uma carreira marcada por reinvenções constantes.
Paralelamente à música, Beyoncé investiu fortemente no cinema. Em 2006, estrelou A Pantera Cor-de-Rosa e lançou o single “Check on It”, que chegou ao topo da Billboard. No mesmo período, participou do filme Dreamgirls, interpretando Deena Jones — papel inspirado em Diana Ross. Sua atuação lhe rendeu indicações ao Globo de Ouro, além de grande reconhecimento crítico.
Inspirada por essa fase intensa, Beyoncé lançou B’Day (2006), álbum gravado em apenas três semanas. O disco estreou com mais de 500 mil cópias vendidas na primeira semana e trouxe sucessos como “Déjà Vu” e “Irreplaceable”, que permaneceu 10 semanas no topo da Billboard Hot 100. A turnê The Beyoncé Experience reafirmou sua força como performer ao vivo.
Em 2008, Beyoncé lançou I Am… Sasha Fierce, um álbum duplo que apresentou seu alter ego artístico. O projeto gerou clássicos como “Single Ladies (Put a Ring on It)”, “Halo” e “If I Were a Boy”.
O impacto cultural foi enorme: “Single Ladies” venceu três VMAs, virou fenômeno de coreografia e reforçou Beyoncé como ícone pop global. Em 2009, ela cantou na posse do presidente Barack Obama, um dos momentos mais simbólicos de sua carreira.
Em 2011, Beyoncé encerrou oficialmente sua parceria empresarial com o pai e passou a gerir sua própria carreira. O álbum 4 marcou um som mais maduro e inspirado no R&B clássico. Apesar de vendas iniciais menores, o projeto consolidou sua identidade artística.
No mesmo ano, Beyoncé anunciou sua primeira gravidez durante o MTV Video Music Awards, quebrando recordes nas redes sociais e entrando para o Guinness Book.
Após o nascimento de Blue Ivy, Beyoncé iniciou uma das fases mais revolucionárias de sua carreira. Em 2013, lançou de surpresa o álbum visual Beyoncé, redefinindo a forma de lançar música na era digital.
Em 2016, ela elevou ainda mais o nível com Lemonade, um projeto audiovisual poderoso que abordou temas como ancestralidade, racismo, feminismo e relacionamentos. O álbum foi amplamente aclamado, quebrou recordes, rendeu prêmios e é considerado por muitos como sua obra-prima.
Em 2018, Beyoncé protagonizou uma apresentação histórica no Coachella, celebrando a cultura negra e universidades historicamente negras. O show deu origem ao documentário Homecoming, lançado pela Netflix.
No mesmo ano, ela lançou Everything Is Love, álbum colaborativo com Jay-Z sob o nome The Carters, acompanhado da turnê On the Run II.
Beyoncé dublou Nala em O Rei Leão em 2019 e lançou o projeto The Lion King: The Gift, descrito por ela como “cinema sonoro”. Em 2020, apresentou o álbum visual Black Is King, reforçando sua conexão com a diáspora africana e recebendo múltiplos prêmios.
Em 2022, Beyoncé iniciou uma nova fase com Renaissance, um álbum dançante que celebra a cultura LGBTQIA+ e a liberdade. O disco estreou em primeiro lugar e fez de Beyoncé a primeira artista feminina a ter seus sete primeiros álbuns estreando no topo da Billboard 200.
A Renaissance World Tour se tornou uma das turnês mais aclamadas e lucrativas da história, culminando no filme-concerto Renaissance: A Film by Beyoncé.
Em 2024, Beyoncé lançou Cowboy Carter, o segundo ato da trilogia. O álbum quebrou barreiras ao colocar Beyoncé como a primeira mulher negra a liderar a parada country da Billboard. Em 2025, ela venceu pela primeira vez o Grammy de Álbum do Ano, consolidando ainda mais seu legado.
LINHA DO TEMPO
1981
1988 - 1995
1996
1997
1998
1999
2001
2003
2004
2005
2006
2008
2009 - 2010
2011
2012
2013 - 2015
2016
2017
2018
2019
2020
2021
2022
2023
2024
2025
SOON
4 de setembro — Beyoncé nasce em Houston, Texas.
Começa a estudar música, cantar e dançar ainda criança. Nesse intervalo ela vence alguns concursos de talentos e integra alguns corais.
Início dos anos 90 — Forma o grupo Girl’s Tyme, embrião do Destiny’s Child.
Girl’s Tyme, muda o nome para Destiny’s Child.
D.C. assinam contrato com a Columbia Records.
Lançamento do álbum Destiny’s Child.
Lançamento de The Writing’s on the Wall
(Bills, Bills, Bills e Say My Name).
Álbum Survivor estreia em #1; Independent Women Part I lidera a Billboard por 11 semanas.
Início da carreira solo: Lançamento do álbum Dangerously in Love. (Hits: Crazy in Love e Baby Boy)
Lançamento de Destiny Fulfilled - álbum em grupo.
Beyoncé vence 5 Grammy Awards em uma única noite.
Anúncio oficial do fim do grupo Destiny’s Child durante a turnê.
Grupo D.C. recebe homenagem / estrela na Calçada da Fama.
Lançamento do segundo álbum solo: B’Day (com destaque para a música Irreplaceable).
Atua no seu primeiro filme: Dreamgirls, recebe indicações ao Globo de Ouro.
Beyoncé se casa com Jay-Z (casamento mantido de forma discreta).
Lançamento de: I Am… Sasha Fierce (com destaque para: Single Ladies, Halo, If I Were a Boy)
Performance na posse do presidente Barack Obama.
Início da turnê mundial: I Am… Tour.
Beyoncé se torna a mulher com mais Grammys em uma única edição (com 6 estatuetas conquistadas).
Lançamento do álbum: 4.
Beyoncé encerra a parceria profissional com o pai e passa a gerir sua carreira.
Durante apresentação do MTV VMAs Beyoncé anuncia sua primeira gravidez no palco.
Em 7 de janeiro nasce a primeira filha, Blue Ivy Carter.
Início da era visual com o lançamento surpresa do álbum visual: Beyoncé.
Turnê The Mrs. Carter Show World Tour.
Beyoncé recebe o prêmio: Video Vanguard Award no MTV VMAs.
Lançamento do álbum: Lemonade + filme.
Lançamento da turnê mundial: Formation World Tour.
13 de junho nasce os gêmeos Rumi Carter e Sir Carter (Filhos de Bey).
Teve sua indicação histórica ao Grammy: álbum - E ainda venceu outras categorias importantes.
Performance histórica no Coachella.
Lançamento do álbum ao vivo e documentário: Homecoming.
Lançamento do álbum colaborativo com Jay-Z: Everything Is Love (The Carters).
Dublagem de Nala em O Rei Leão.
Lançamento de The Lion King: The Gift.
Lançamento do álbum: visual Black Is King.
Música Be Alive recebe indicação ao Oscar.
Lançamento do álbum Renaissance - ACT I (com destaque para a música: Breake My Soul)
Lançamento da Turnê: Renaissance World Tour (uma das maiores turnês da história da música).
Lançamento do filme Renaissance: A Film by Beyoncé.
Lançamento do álbum: Cowboy Carter - ACT II.
Beyoncé se torna a primeira mulher negra no topo da parada country da Billboard.
Texas Hold ’Em alcança #1 na Billboard Hot 100.
25 de dezembro — Protagoniza o Beyoncé Bowl, halftime show especial da NFL.
Beyoncé vence seu primeiro Grammy de Álbum do Ano com Cowboy Carter.
Lançamento da turnê mundial: Cowboy Carter Tour.
EM CRESCIMENTO










